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As Rosas

Era o Dia dos Namorados. Um rapaz muito bem vestido entrou numa floricultura e pediu à florista:
_ Senhora, por favor, me dê um buquê de flores. Quero o mais caro que você tiver!
A florista, então, perguntou ao moço:
_ E que tipo de flor você deseja?
_ Qualquer uma, dona. Só quero algo caro e que impressione muito uma mulher. Respondeu o rapaz, fazendo pouco caso das flores.
_ Que tal um buquê de rosas? Sugeriu a florista.
_ Tanto faz, pode ser. Disse ele.
A mulher insistiu:
_ Você pode vir até aqui para escolher quais rosas vão no seu buquê?
_ Não precisa, escolhe você mesmo. Você tem mais experiência do que eu! Comentou.
Assim que montou o buquê e o envolveu em uma bela fita vermelha, a florista se dirigiu a ele:
_ Moço, o seu buquê está pronto! Quer levar um cartãozinho para entregar junto com as rosas?
_ Não, não precisa. Vou entregar as flores pessoalmente. Respondeu o jovem, sem muita paciência.
A atendente comentou:
_ Você é quem manda. Só estou sugerindo, porque toda mulher gosta de receber um cartãozinho junto com as flores.
Por fim, já com a paciência esgotada, o rapaz pagou pelo buquê e colocou um ponto final na conversa:
_ Sabe o que é, minha senhora? Tenho muita coisa para fazer e não tenho cabeça para escrever nada! Estou com muita pressa. Ainda tenho que levar o meu carro pra lavar. Por favor, me entregue logo esse buquê. Pode ficar com o troco! 
E foi embora.
Logo depois, outro rapaz aparece. Ele deixa sua bicicleta em frente à calçada e entra na floricultura. Ele olha aqui, olha ali, compara os preços... Vendo seu semblante indeciso, a florista se aproxima:
_ Olá, moço! Posso te ajudar a escolher uma flor?
_ Por favor, quero comprar algo bonito e especial para uma moça ainda mais bonita e especial! Só que eu não tenho muito dinheiro. Você tem alguma sugestão? Disse o rapaz.
A florista respondeu:
_ Claro! Dê a ela um botão de rosa. Eu prometo fazer uma linda embalagem. Tenho certeza que a moça vai adorar o presente!
_ Ótima ideia!!! Posso escolher a rosa? Disse o rapaz.
_ Claro que pode! Me acompanhe, por favor.
_ Quer levar um cartãozinho também? Elas adoram! Disse a florista.
O jovem, então, coçou a cabeça, mexeu no bolso, contou algumas moedas e disse:
_ Não sei se o meu dinheiro dá pra tudo isso, dona...
Ela sorriu e, em seguida, o tranquilizou:
_ Não se preocupe, daremos um jeito nisso. E piscou para ele:
_ Essa moça é a sua namorada?
_ Não, ainda não. Mas eu creio em Deus que um dia ela será! Falou o jovem com um sorriso bem largo no rosto.
A florista entregou o botão de rosa e o cartãozinho ao rapaz, que subiu em sua bicicleta e foi embora. Assim que o jovem se foi, a mulher ficou pensando na diferença entre os dois clientes:
_ Ah, se eu tivesse uma filha, gostaria que ela encontrasse alguém como esse segundo rapaz. Que sujeito bom!
Dias depois, o primeiro jovem volta à floricultura:
_ Olá, senhora. Se lembra de mim?
_ Claro que me lembro! Mais flores para a sua namorada? Perguntou a florista.
Ele respondeu:
_ Pra aquela menina ingrata? Não, não é não! É pra uma outra aí...
_ Desculpe me intrometer, mas o que houve com aquela moça?
_ Vixi, a senhora nem imagina. Ela deu uma olhada no buquê que comprei aqui com a senhora e me devolveu em seguida. Fiquei tão nervoso na hora que acabei jogando as rosas no lixo da casa dela! Contou ele.
_ Mas o que houve, rapaz? Insistiu a florista.
_ Sei lá... A única coisa que ela me falou foi que não poderia aceitar minhas flores porque estava apaixonada por um botão de rosa e um cartãozinho. Dá para acreditar nessa bobagem? É coisa de mulher mesmo!
A florista, então, se lembrou daquele outro rapaz, suspirou e disse:
_ É... É coisa de mulher mesmo...

Com Deus também é assim, o que importa não é a quantidade mais a qualidade, o amor a dedicação com que você O busca, com que você O serve, com que você se dedica em sua comunhão com Ele. São os pequenos detalhes é que fazem toda a diferença..
E tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor, e não aos homens, sabendo que recebereis do Senhor o galardão da herança, porque a Cristo, o Senhor, servis. Colossenses 3:23-24

O Livro

Gostaria de dividir algo que aconteceu com vocês. Ha umas duas semanas peguei um livro e decidi que iria da-lo a alguém como um presente, ou um convite, mas não sabia para quem pois não conheço ninguém onde vivo. Então Deus me fez lembrar que as vezes vou a uma padaria que fica proximo a minha igreja, eu escolhi o Livro - O Pão Nosso para 365 dias, então fui a padaria um pouco timida e após pagar o que comprei disse a ela: 

Este livro é para você, ela de pronto ficou emocianada e disse, muito obrigada, não sabe o quanto eu preciso.

Passado duas semanas voltei lá para comprar uns bolinhos e ela muito feliz veio falar comigo...

Não via a hora de falar com você, aquele livro é maravilhoso, veio no momento em que eu mais precisava... Por que você me deu esse livro?

Eu respondi : Porque eu gosto de você!

Ela me agradeceu muito, perguntou meu nome... Eu disse a ela se um dia ela quisesse conversar comigo eu era de uma igreja que ficava na outra esquina...

Minha esperiencia com isso foi:

-Não limite Deus, quando sentir desejo de fazer algo para Ele, faça-o.
-Quando você vence suas propias debilidades, não só você, mas outras pessoas são  beneficiadas.
-Uma atitude sua pode mudar a vida de alguém.
-Sempre há mais prazer em dar do que receber.
-Fazer algo é uma escolha, ficar parado é uma decisão.

                                                                                        Grande abraço e até a próxima...

A Semente

Há muitos anos, um príncipe estava prestes a ser coroado imperador. No entanto, de acordo com a tradição local, ele só poderia assumir o cargo se fosse casado. E como ainda não era, resolveu fazer uma disputa entre as mulheres da região para encontrar sua futura esposa.
Na manhã seguinte, o príncipe anunciou que faria um jantar especial para receber todas as suas pretendentes e, durante o encontro, lançaria o evento. Ao saber disso, uma senhora que trabalhava no palácio há muito anos ficou muito triste, afinal, sua filha mais jovem carregava em seu coração um profundo sentimento de amor pelo futuro imperador.
Assim que chegou em casa e contou para a filha sobre o desafio do príncipe, a senhora se espantou ao ouví-la dizer:
_ Mamãe, eu quero participar desse jantar!
A mulher, no entanto, não gostou da ideia e tentou de todas as formas desanimar a filha:
_ Mas minha filha, o que você vai fazer lá? As moças mais belas e ricas de todo o povoado estarão no palácio. Eu sei que você está sofrendo com essa história, mas tire essa ideia sem fundamentos da sua cabeça. Não torne esse sofrimento uma loucura!
Mas a jovem continuou:
_ Mãe, eu não estou sofrendo, nem sou louca. Eu sei que jamais serei escolhida, mas essa é a única oportunidade que terei de passar alguns momentos ao lado do príncipe. Só isso já me deixa muito feliz, pois eu sei que nossas realidades são muito diferentes.
De noite, a jovem chegou ao palácio. Lá, se deparou com dezenas de belas moças, todas vestidas com lindas roupas e adornadas com as mais belas jóias. Logo após o jantar, o príncipe lançou o desafio às donzelas:
_ Senhoritas, darei a cada uma de vocês uma semente. Aquela que, dentro de seis meses, me trouxer a flor mais bela será eleita minha esposa e futura imperatriz do nosso reino.
A proposta do príncipe foi vista com bons olhos pelos anciãos do reino, pois aquele povo valorizava muito o “cultivo” dos bons costumes, amizades, relacionamentos, etc. A jovem camponesa não era das mais habilidosas quando o assunto era jardinagem, mas, ainda assim, cuidou com muita paciência e carinho daquela semente. Ela a plantou em um belo vaso e, todos os dias, regava a terra à espera do nascimento da flor. Ela orava:
_ Senhor meu Deus, se for da Sua vontade, faça com que essa flor nasça na mesma proporção do meu amor pelo príncipe. (A oração se repetiu todos os dias).
Três meses se passaram, e nada aconteceu. A jovem tentou de tudo, usou todos os adubos que lhe foram indicados, mas a flor insistia em não brotar. Ela, então, começou a ver o seu sonho cada vez mais distante. O prazo de seis meses acabou e a semente da jovem não vingou. Ainda assim, ciente de sua dedicação e esforço, ela comunicou a mãe que retornaria ao palácio:
_ Mamãe, eu sei que não tenho chances, pois a minha flor não cresceu. Deus quis assim, mas eu levarei o meu vaso ao palácio do mesmo jeito. Posso não ser a futura esposa do príncipe, mas, pelo menos, terei a chance de passar mais alguns minutos ao seu lado.
Na hora marcada, a jovem estava lá, assim como todas as pretendentes. Enquanto ela segurava o vaso cheio de terra e mais nada, as outras carregavam flores belíssimas, uma mais bonita que a outra. Muito chateada, ela viu o príncipe entrar no salão e dar início à cerimônia. Ele passou por todas as moças e, quando viu a pobre jovem com o vaso sem flor, a anunciou como a vencedora do desafio!
Todos os presentes ficaram surpresos com a decisão do príncipe. Ninguém conseguia entender o porquê dele ter ignorado tantas flores belas para escolher a pretendente que nem havia conseguido cultivar sua semente. Então, com um ar muito sereno, ele esclareceu:
_ Desde que lancei esse desafio, pedi a Deus para que Ele me trouxesse uma mulher digna e que tivesse um coração semelhante ao Dele. E esta moça foi a única que cultivou a flor que a fez merecedora de uma imperatriz.
Ela cultivou a flor da honestidade, pois todas as sementes que distribuí eram estéreis e jamais poderiam florescer.
...Em sinceridade do coração e em pureza das minhas mãos tenho feito isto. Gênesis 20:5
Quando você é puro diante de Deus, você é sincero e ainda que você erre ou que pareça que você sai em desvantagem por sua honestidade, Deus te honra, cuida de você e faz com que aquilo que era para dar errado ou era para ser algo ruim venha a dar certo e se tornar uma grande benção em sua vida.
Persevere, tudo tem seu tempo e na hora certa, de maneira que você nem imagina, Ele vai te honrar... Cis

Inabaláveis

Um casal de missionários americanos voltava para casa após 50 anos servindo a Deus na África. Durante a viagem de volta no navio, eles vieram imaginando como seriam recebidos e que tipos de honra receberiam de seus familiares e amigos, já que dedicaram praticamente a vida toda a serviço do Reino de Deus. Quando o navio se aproximava do porto, eles viram muitas bandeiras, banda, fanfarra e uma festa preparada. Então pensaram: "Maravilha! Eles estão prontos para nos receber de volta! Que alegria!"
Porém, quando saíram do navio depois de um bom tempo, já que estavam viajando na terceira classe, viram os papéis coloridos espalhados pelo chão e não havia mais a banda e as pessoas. Diante daquele silêncio, comentaram: "A festa deve ter sido por causa daqueles homens de terno no navio. Vamos embora!" Então foram pra casa, cansados e frustrados, pois não havia ninguém para esperá-los, nenhuma recompensa sequer e o marido ficou tão revoltado que saiu batendo a porta e disse à sua esposa: "Eu vou dar uma volta, pergunta aí pro seu Deus se é isso que Ele tem pra nos dar depois de 50 anos de ministério!".
Aquele homem andou… andou,… andou… e, ao voltar, encontrou a esposa mexendo em alguma coisa na pia da cozinha. Ele entrou e perguntou à mulher em tom de deboche: "E então? Falou com o seu Deus se é isso que Ele tem para nos dar, depois de renunciarmos 50 anos da nossa vida dedicados ao ministério?"
E a mulher sem se virar, simplesmente disse: "Falei sim."
"Ah é? E então, o que foi que Ele disse?" retrucou o homem.
Ela respondeu: "Deus disse que nós ainda não chegamos em casa."
Quantas vezes já demos o nosso melhor em nosso emprego e nos decepcionamos porque ninguém reconheceu o nosso esforço? Existe algo mais frustrante do que não ser valorizado e reconhecido? Mas quando fazemos algo para Deus, nunca é em vão! Acredite: Ele vê sua luta para vencer o pecado, suas orações e todo o esforço que você faz para servir a Ele. E mesmo que você nunca receba o reconhecimento das pessoas, lembre-se: Você ainda não chegou em casa! É lá na eternidade com o Senhor, que você terá suas lágrimas enxugadas e a maior recompensa de todas: a presença do próprio Deus com você para sempre.
"Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis, e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão." (1Coríntios 15:58)

Foi uma grande surpresa

Há muitos anos atrás, um jovem estudante de 20 anos de idade abordou o professor em sua mesa depois de uma aula na universidade:
_ Professor eu preciso muito de sua ajuda, pois estou entrando em desespero. Eu me sinto um inútil, as pessoas vivem me dizendo que sou um completo idiota e que não sirvo para nada. Outros professores dizem que sou lerdo, que não deveria estar aqui nessa universidade. Não tenho forças para mais nada!
O professor, sem sequer olhar para o jovem, disse a ele:
_ Sinto muito, rapaz. Você me pegou em um dia muito ruim. Estou tentando resolver um problema muito grave e não posso te dar atenção. Volte em outro momento, por favor.
Cabisbaixo, o estudante já ia deixando a sala, quando o professor lhe fez uma proposta:
_ Bem, vamos fazer o seguinte: se você me ajudar a resolver o meu problema mais rápido, podemos sentar e conversar sobre o seu problema. O que você acha?
_ Tu... Tudo bem, professor. Gaguejou o estudante, muito inseguro.
O professor, então, tirou um anel do dedo e disse ao rapaz:
_ Pegue o meu carro e vá até o mercado vender esse anel. Preciso pagar uma dívida muito alta, e não tenho dinheiro. Só não venda esse anel por menos de uma moeda de ouro. Vá logo e volte o mais rápido possível.
Assim que chegou ao mercado, o estudante começou a oferecer o anel a todos que passavam por ele. Algumas pessoas mostraram interesse, mas quando o rapaz falava sobre o preço, elas viravam as costas e iam embora. Somente um senhor, vendo a angústia do rapaz, lhe deu atenção.
_ Meu rapaz, não me leve a mal, mas você está pedindo muito por esse anel! Não sei se você sabe, mas uma moeda de ouro é muito dinheiro.
Outro homem, também tentando ajudar, ofereceu uma moeda de prata e um pouco de cobre pelo anel. O estudante, no entanto, seguiu as ordens do professor e se recusou a vender o objeto por aquele valor. Se sentindo fracassado, entrou no carro e foi até a universidade. No caminho, desejou ter uma moeda de ouro para comprar o anel, mesmo que não valesse tanto, só para ajudar aquele homem. Ao entrar na universidade, contou:
_ Professor, eu sinto muito, mas não consegui vender o seu anel. É impossível vendê-lo pela quantia que o senhor está pedindo! Eu posso, talvez, conseguir umas duas moedas de prata, não mais que isso. Não podemos enganar as pessoas sobre o valor deste anel.
Com um tom de voz muito tranquilo, o professor respondeu:
_ Você tem toda a razão, meu rapaz. Antes de encontrar alguém para comprar o meu anel, deveríamos saber qual é o seu verdadeiro valor. Não queremos enganar ninguém, nem ser enganados, concorda? Vamos fazer o seguinte: pegue o meu carro novamente e vá até o joalheiro; ninguém melhor do que ele para saber quanto realmente vale este anel.
O professor continuou com as instruções:
_ Diga ao joalheiro que estou interessado em vendê-lo e pergunte quanto ele pode ofertar. Mas preste bastante atenção no que eu vou te falar agora: não venda o anel ao joalheiro por valor algum! Apenas pergunte o valor do anel e vá para a minha casa. Estarei esperando por você lá.
Ainda com a intenção de ajudar o professor, o estudante foi até o joalheiro e entregou o anel para que ele o avaliasse. O especialista em jóias, então, disse ao rapaz:
 Diga ao seu professor que, se ele tem pressa em vender este anel, eu posso dar a ele oito moedas de ouro...
_ Oito moedas de ouro?? Perguntou o jovem, espantado.
O joalheiro replicou:
_ Sim. Mas diga também que, se ele puder esperar um pouco mais, posso oferecer até 10 moedas de ouro. Mas só se ele não tiver pressa.
O rapaz, muito emocionado, correu até a casa do professor e lhe contou tudo. O professor exclamou:
_ Oito moedas de ouro!? Uau!
Em seguida, o mestre riu e zombou:
_ Aqueles homens  no mercado perderam um grande negócio, não é mesmo?
_ Sim. Concordou o jovem.
O rapaz, então, perguntou:
_ Então, professor, o senhor vai vender o anel por oito ou dez moedas de ouro?
A resposta surpreendeu o jovem:
 Eu não vou vender o meu anel, meu filho. Fiz isso para que você entenda uma coisa: você é como esse anel - uma jóia única e muito valiosa. Porém, só as pessoas sábias poderão avaliar o seu verdadeiro valor. Ou você acha que qualquer pessoa pode avaliá-lo da forma correta?
Colocando o anel de volta no dedo, o professor concluiu:
_ Não importa o que falem sobre você, o que importa é o seu verdadeiro valor!
Eu e você somos como esse anel: somos únicos e valiosos. Mas, infelizmente, nós passamos a maior parte do tempo caminhando pelos mercados da vida, nos desvalorizando e esperando que pessoas despreparadas nos deem o devido valor. Devemos saber que só existe um joalheiro que reconhece o quanto somos valiosos: DEUS. Ele enviou o seu Filho para morrer na cruz, pagando um alto preço com seu sangue para nos resgatar para Ele!
"...O Senhor não vê como o homem: o homem vê a aparência, mas o Senhor vê o coração" (1 Samuel 16:7).
Então não importa o que os outros digam a seu respeito, valorize-se, não deixe que as pessoas te façam pensar que você é menos do que você realmete é... Uma jóia cheia de qualidades e virtudes para desenvolver... Grande abraço e até a proxima!
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Foi somente um gesto

Em um povoado muito pobre de uma cidade distante, morava uma garotinha muito bonita, mas sua mãe parecia não ter muito cuidado e a criança quase sempre andava suja. Além disso, suas roupas eram velhas e maltratadas. A garotinha estudava na primeira série da escola local e certo dia, seu professor ficou sensibilizado com a sua situação. Ele pensou:
_ Como é que uma criança tão bonita quanto essa pode vir tão desarrumada para a escola?
No final daquele mês, assim que recebeu o seu salário, o professor tomou uma decisão: foi até uma loja, comprou um vestido azul e deu de presente à menina. E ela ficou ainda mais linda naquele vestido! Ao ver a filha vestida daquele jeito, a mãe percebeu o quanto era ruim mandar a garota para a escola tão suja e despenteada. Assim, passou a dar banho nela todos os dias, pentear seus cabelos, cortar as unhas, escovar os dentes... Naquele mesmo final de semana, o pai da menina disse à esposa:
_ Querida, você não acha vergonhoso que a nossa filhinha, sendo tão bela e arrumada, more em uma casa como esta, toda suja e caindo aos pedaços? Vamos combinar uma coisa: você cuida da faxina e eu, nas horas vagas, vou pintar as paredes, arrumar a cerca e dar um jeito no jardim.
Passado algumas semanas, a casa da família da garotinha do vestido azul se destacava na vila! As flores que enchiam o jardim e a limpeza do quintal eram uma atração para todos que passavam ali. Diante disso, os vizinhos da menina ficaram constrangidos por morar em casas mal acabadas e feias e decidiram também pintar as fachadas, plantar árvores e flores...
Em pouco tempo, toda a vila estava transformada; nem parecia a mesma de meses atrás. Então, um senhor muito influente na região percebeu a dedicação daquela comunidade e achou que ela merecia um auxílio das autoridades locais. Foi até o prefeito e contou a ele tudo o que estava acontecendo. O senhor saiu da prefeitura com uma autorização para formar uma comissão para avaliar quais eram as melhorias que aquela vila precisava. No final do mesmo ano, o chão de terra foi substituído por asfalto, o esgoto a céu aberto foi canalizado, as ruas receberam iluminação pública e até uma bela praça foi construída em frente à igreja.
Vendo aquela vila tão bem cuidada e tão bela, quem poderia pensar que tudo aquilo começou com um vestido azul? O professor tinha apenas a intenção de ajudar a garotinha, mas acabou fazendo um bem muito maior: transformou a vida de uma população inteira!
Quando nós fazemos o bem às pessoas, muitas vezes não percebemos a mudança que causamos. Você já ouviu falar da teoria "Efeito Borboleta"? No ano de 1963, um cientista chamado Edward L. analisou uma teoria que ficou conhecida como "Efeito Borboleta". Segundo ela, o bater das asas de uma simples borboleta poderia mudar o curso natural das coisas e talvez, até provocar um furacão do outro lado do mundo! Já imaginou isso? Por isso reflita: se até o movimento das asas de um inseto tão pequeno, pode, teoricamente, causar tamanhas consequências, será que conseguimos medir o que uma simples atitude nossa, pode influenciar na vida de uma pessoa?
Que tal fazer algo por alguém hoje, ou talvez amanhã. Pense em algo, faça-o talvez dar um bombom, mande uma mensagem, de um telefonema, comprimente alguém na rua que você passa por essa pessoa todos os dias mais nunca a comprimentou, de um sorriso, convide alguém que está cheio de problemas para vir a igreja com você...
Devemos sempre acreditar que pequenas atitudes podem causar grandes transformações! A cada dia Deus nos dá novas chances de fazermos o bem para os outros. A Bíblia diz que "somos cooperadores de Deus" (1 Co 3:9). Ou seja, Ele quer nos usar para realizar Sua obra aqui na Terra. Ele nos capacita para fazermos a diferença neste mundo!
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A Cadeira

O pai de uma jovem da igreja estava muito doente, por isso, a moça pediu para que seu pastor fosse visitá-lo no hospital. Quando entrou no quarto do enfermo, o pastor se deparou com o idoso deitado na cama, com a cabeça apoiada em dois travesseiros. Ao seu lado direito, havia uma cadeira vazia. Ao ver aquela cadeira vazia ao lado da cama, o pastor pensou que o homem estava esperando a sua chegada. Então ele disse:
_ Acredito que o senhor estava me esperando...
Mas o idoso respondeu:
_ Na verdade, não. Eu nem sei quem é o senhor. Quem é você?
Disse o pastor:
_ Meu nome é Gilmar e eu sou o pastor da sua filha. Foi ela quem pediu para que eu viesse aqui orar pelo senhor e quando me deparei com a cadeira vazia, pensei que soubesse que receberia a minha visita.
Com a voz enfraquecida, o pai da jovem começou a falar:
_ Ah, essa cadeira? Ela tem uma história...
_ Então me conte, meu amigo! Interrompeu o pastor.
O senhor prosseguiu:
_ Eu nunca soube orar em toda a minha vida. Na verdade, eu nunca quis aprender, pois sempre achei que Deus estava muito longe de mim, resolvendo coisas mais importantes.  Até que um dia um amigo cristão me falou: "Orar é conversar com Jesus. Quando você quiser falar com Ele, sente-se em uma cadeira e coloque a outra na sua frente. Pense que Jesus está sentado nessa cadeira e, então, comece a conversar".
Antes que o pastor pudesse falar algo, o senhor continuou:
_ Eu gostei muito daquela ideia e, desde então, converso com Jesus durante duas ou três horas por dia. Eu sempre tomo cuidado para ninguém ver, principalmente a minha filha, porque é perigoso ela me internar em um hospício. Brincou ele...
O pastor se simpatizou com aquele homem e eles ficaram conversando por horas. Por fim, oraram juntos e o pastor Gilmar voltou para casa. Três dias depois, a filha do homem doente comunicou a igreja que seu pai havia falecido naquela tarde. O pastor, então, lhe perguntou:
_ Ele morreu em paz?
A jovem, com os olhos cheios de lágrimas, respondeu:
_ Creio que sim, pastor. Creio que ele morreu em paz. Pouco antes de partir, ele me deu um beijo e disse que me amava. Tive que sair do quarto por alguns minutos e, quando voltei, ele já havia falecido. Só uma coisa me deixou intrigada, pastor...
_ O que foi, minha filha? Perguntou.
_ O senhor se lembra daquela cadeira que ele insistia em deixar ao lado de sua cama? Então... Ele arrastou para bem perto da cama e morreu com a cabeça encostada nela.
O pastor não conteve o sorriso e disse àquela moça:
_ Louve a Deus por isso, menina!
_ Por que, pastor?
_ Por que ele morreu no colo de Jesus!
Deus te escuta onde quer que você esteja, seja em qual for sua situação... Mas o problema é que nem todo mundo está disposto a separar um tempo para conversar com Ele, nem se quer em sua própria casa, quem dirá vir a casa de Deus... Muitos desejam muitas coisas, as vezes escuto as pessoas dizerem: 
- ah se Deus quiser eu vou conseguir isso! 
- ah , com a ajuda de Deus vai dar certo...
Deus é pai, é claro que Ele quer! O que Ele mais quer é te ver feliz, é ajudar você, mas se você não se colocar na dependecia dEle, infelizmente sem a sua permissão  nada Ele pode fazer.
Nada neste mundo pode te afastar de Deus, o único que pode fazer isso, é Você mesmo!!!
Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir,
Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor. Romanos 8:38,39
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Meu testemunho

Decisão difícil

Certa vez, um rei temente a Deus e muito amado pelo seu povo, percebendo que estava envelhecendo, resolveu decidir qual dos seus três filhos iria herdar o seu trono. A tarefa não era nada fácil, pois todos tinham bom coração e eram dignos de receber a coroa. Depois de muito pensar em uma forma de não ser injusto com seus filhos, o rei teve uma grande ideia. Em seguida, mandou chamar os três e lhes disse:
_ Meus filhos amados, eu já estou velho e não tenho mais forças para governar. Deus me deu três filhos maravilhosos e sei que qualquer um de vocês será um ótimo rei. Porém, eu não posso coroar os três, por isso, o melhor jeito que encontrei para escolher um de vocês é lançá-los um desafio. E explicou qual seria a missão:
_ Saiam agora e procurem aquilo que vocês acreditam ser o melhor símbolo do nosso reino. Vocês podem procurar onde quiserem, desde que me tragam o símbolo escolhido até a hora do jantar. E para que não haja dúvidas sobre a minha decisão, chamarei os nobres do reino para me ajudarem.
Os príncipes, então, saíram em busca do melhor símbolo do reino...
Um deles decidiu procurar dentro do próprio castelo, no museu e no cofre onde ficavam guardadas as maiores riquezas do reino.
O segundo, por sua vez, foi até a vila dos sábios do reino e passou o dia todo discutindo o assunto com eles.
Já o terceiro resolveu caminhar pelo reino. Ele visitou o seu povo, conversou com as pessoas humildes e conheceu um pouco da vida dura que elas levavam. Durante suas andanças, o príncipe encontrou um menino que chorava enquanto arava a terra de uma plantação. Sensibilizado, ele perguntou:
_ Por que você está chorando, garoto? 
_ Meu pai morreu na semana passada e minha mãe está muito doente. Eu preciso arar este campo até o fim da tarde se quiser receber um pouco de pão para levar para casa. Só que eu não consigo fazer isso sozinho. Queria terminar logo para poder dar o que comer à minha mãe.
O príncipe pensou no desafio do pai e na possibilidade de se tornar o novo rei. Ele sabia que não podia perder tempo, porém, decidiu ajudar o pobre menino - nem que fosse um pouco. Como ele era muito gentil e educado, passou horas e horas arando o campo com o menino. Assim que terminaram o serviço, ele foi visitar a mãe do garoto, que muito agradeceu a sua ajuda (a mãe e o filho não sabiam que ele era filho do rei).
Na hora do jantar, o filho que havia ficado no castelo apresentou ao pai e aos nobres um antigo cofre de ouro maciço cravejado com diamantes e rubis. Era, sem dúvida, um importante símbolo da família real. Ele explicou:
_ Meu pai e senhores nobres, esse cofre simboliza a estabilidade e o poder do nosso reino. Garanto-lhes que não há outro objeto que simbolize tão bem a nossa história!
O segundo filho, aquele que foi procurar os sábios, apresentou uma antiga espada que pertencia ao seu pai, nos tempos em que ele ainda era príncipe. Assim como o cofre, a espada também tinha um grande significado de coragem e valentia. O filho disse:
_ Meu rei, essa espada simboliza os tempos difíceis em que o senhor arriscou a própria vida para que a força e a grandeza no nosso reino fossem estabelecidas. Este é, com certeza, o maior símbolo do nosso reino!
Satisfeito com as duas primeiras apresentações, o rei perguntou ao último filho:
_ E você, meu filho, o que trouxe para nós?
Sem jeito e meio desapontado (pois sabia que não seria o escolhido), o rapaz falou ao pai sobre como foi o seu dia:
_ Não trouxe nada, meu pai. Deixei o castelo para visitar o nosso povo e me dei de frente com um órfão de pai que, em meio a lágrimas, buscava no arado da terra um pouco de pão para alimentar a mãe. A história do menino mexeu tanto comigo que parei minha busca para ajudá-lo. Depois fui visitar a senhora doente. Como não estou acostumado ao trabalho braçal, fiquei muito cansado e não tive forças para voltar ao seu desafio. Me perdoe, por favor.
O rei, então, chamou o filho:
_ Venha aqui, meu filho. Me deixe ver as suas mãos!
Ao notar que as mãos do rapaz estava cheia de bolhas, o rei ergueu o braço do príncipe e disse a todos os nobres:
_ Senhores, este é o meu escolhido! Ele herdará a minha coroa! Este rapaz não trouxe apenas um símbolo do nosso reino, mas vários:
_ Em primeiro lugar: ele foi até o povo. Um rei de verdade nunca pode deixar de estar com o seu povo. Segundo: ele foi capaz de escutar uma criança. Terceiro: ele foi sensível ao sofrimento do menino e de sua mãe. Quarto: ele demonstrou que é capaz de colocar os interesses dos necessitados acima dos seus interesses.
O rei continuou:
_ Os símbolos trazidos ao nosso reino por ele foram: amor, bondade, compaixão e atitude! Esse meu filho possui todas as qualidade que um rei temente a Deus deve ter. Os que concordam comigo, digam: Viva o rei! E todos os que estavam no salão gritaram “viva o rei”, inclusive os seus irmãos.
"E não nos cansemos de fazer o bem, pois no tempo próprio colheremos, se não desanimarmos. Portanto, enquanto temos oportunidade, façamos o bem a todos, especialmente aos da família da fé" (Gálatas 6:9,10).
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Um mal entendido

Haviam dois irmãos que desde pequenos, aprenderam com os pais a serem muito unidos. Assim que cresceram, foram morar em fazendas vizinhas separadas apenas por um lindo riacho. Os irmãos trabalhavam juntos na criação de gado leiteiro e, por serem tão unidos, tudo ia muito bem... Porém, um dia a situação mudou. O irmão mais velho ficou furioso com o irmão mais novo por causa de um erro na contabilidade que os fez tomar prejuízo. Então, houve uma briga muito feia entre eles! Os dois discutiram e aquela pequena falha se transformou numa troca de ofensas, seguida por semanas de total silêncio entre eles.
Em uma manhã, um homem simples bateu à porta do irmão mais velho e ao ser atendido, ele disse:
_ Bom dia! Estou procurando algum trabalho. Tenho muita experiência com carpintaria. Na verdade, meu pai adotivo era um carpinteiro muito bom e me ensinou tudo o que sei hoje. Você teria algum serviço para mim?
O fazendeiro respondeu:
_ Bom dia. Na verdade, tenho sim. O senhor está vendo aquela fazenda além do riacho? É do meu irmão mais novo. Nós tivemos uma briga muito feia e já faz tempo que não nos falamos.
_ Eu entendo, disse o carpinteiro.
E o irmão prosseguiu:
_ Eu não suporto mais sair na minha varanda e ter que olhar para ele! Então, por favor, use a madeira que está guardada no meu celeiro para construir uma cerca bem alta.
_ Entendi. Disse o carpinteiro, e completou: _ Por favor, me mostre onde está o martelo, os pregos e as outras ferramentas da fazenda.
O irmão mais velho entregou todas as ferramentas ao carpinteiro e foi resolver alguns assuntos na cidade. Enquanto isso, o homem ficou ali cortando e medindo madeira o dia todo. Já no final da tarde, quando o fazendeiro voltou para casa, não acreditou no que viu. Ao invés de levantar uma cerca, o carpinteiro havia construído uma pequena ponte muito linda, ligando as duas margens do riacho. O irmão mais velho ficou irado e falou àquele homem:
_ Seu atrevido! Você sabe muito bem que não foi isso que eu mandei você construir!
Porém, ao olhar novamente para a ponte, ele viu o irmão mais novo correr de braços abertos ao seu encontro:
_ Glória a Deus! Eu sabia que você não era uma pessoa ruim! Quero que você saiba que você é mais que um irmão pra mim, você é meu melhor amigo e eu estava com muita saudades! Você mandou construir essa ponte, mesmo depois dos erros que cometi com o nosso dinheiro. Eu te amo irmão!
Emocionado, o irmão mais velho esqueceu as mágoas e foi ao encontro dele. Eles se abraçaram e choraram muito em cima daquela ponte... Ao ver aquela cena, o carpinteiro pegou suas coisas, virou as costas e, quando estava indo embora, ouviu o irmão mais velho dizer:
_ Espera aí senhor! Preciso te pagar por seu serviço maravilhoso! Você me ajudou a restaurar meu relacionamento com meu irmão e me fez sentir o quanto é bom ter minha família de volta! Quanto te devo?
Então o homem respondeu:
_ Você não me deve nada, meu amigo. Só de ver vocês dois tendo uma nova chance já me deixou muito satisfeito. Essa é a minha missão!
Mas o fazendeiro insistiu:
_ Como assim?! Pelo menos diga o seu nome para que eu possa sempre me lembrar do senhor.
_ Meu nome? Meu nome é Primeiro Passo. Respondeu o carpinteiro, indo embora em seguida.
As vezes se criam inimizades e discussões por motivos tão bobos. Lidar com a família, amigos, na verdade com as pessoas em geral nem sempre é fácil, pois somos imperfeitos, mas Jesus nos deu o mandamento de amar e perdoar, independente do que os outros façam, pois Ele fez isso por nós.
E muitas das vezes só o que falta é alguém que seja humilde o suficiente para dar o primeiro passo e pedir perdão. Ainda que não seja você o culpado!
"Pois se perdoarem as ofensas uns dos outros, o Pai celestial também lhes perdoará. Mas se não perdoarem uns aos outros, o Pai celestial não lhes perdoará as ofensas" (Mateus 6:14,15).

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