A volta de Jesus: A importância da vigilância


O “cristão sardônio” tem uma pesada bagagem de conhecimentos, pertence a uma conceituada denominação evangélica, é respeitado entre os irmãos, tem fama, prestígio e pensa que isto lhe garante a salvação.

Cada cristão precisa ser nascido de Deus! E, quando isso não acontece, é porque nunca nasceu da água e do Espírito Santo! Ninguém é cristão “de berço”, por herança ou por imposição de alguém! Não! O cristão nasce por obra e graça do Espírito do Senhor Jesus Cristo! Por isso é chamado de cristão!

É claro que o Senhor Jesus aqui não está já determinando o juízo do inferno para a igreja em Sardes, mas chamando a sua atenção para que venha a despertar e se voltar para Ele. 

Da mesma forma, desde o tempo do profeta Ezequiel alerta aos que estão na mesma condição dos cristãos de Sardes: “Porque não tenho prazer na morte de ninguém, diz o Senhor Deus. Portanto, convertei-vos e vivei.” (Ezequiel 18.32) 

E para que haja salvação, o Senhor determina o seguinte: “Sê vigilante e consolida o resto que estava para morrer, porque não tenho achado íntegras as tuas obras na presença do meu Deus.” (Apocalipse 3.2)

Para salvá-los, era imperativa a vigilância. “Sê vigilante” foi a ordem dada porque certamente o sono da morte eterna envolvia a igreja; e o único caminho para mudar esta situação era que ela despertasse para uma vigilância efetiva.

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