Serva que liberta!

Qual é a serva que não pretende libertar o povo?
Todas querem, e todas desejam ser vistas como uma serva que liberta e que traz a solução para as pessoas.
No entanto, precisamos entender que não é assim tão simples e superficial, pois se você é aquela serva que ainda está presa aos seus sentimentos; se ainda vive conflitos internos constantes; deixa-se levar pelas suas inseguranças, timidez e toda a espécie de limitações; se ainda vive num turbilhão de pensamentos, pressupondo que não consegue, que não é capaz e blá, blá, blá. Ou então, você não é essa mencionada acima, mas é uma serva que está presa aos feitos do passado, de que já fez muito, de que já foi muito usada e que agora já não há tanta necessidade de lutar pelo povo, e que precisa cuidar de si mesma e dos seus interesses pessoais. Aqui está o grande perigo!
Afinal, qual é a serva que liberta?
  • É aquela que em primeiro lugar se libertou de si mesma, das suas limitações e preocupações pessoais;
  • É aquela que tem vida com Deus e é profunda na sua entrega e sacrifício;
    É aquela que não cria barreiras para chegar até às pessoas, pois ela sabe de onde veio e para onde vai!
  • É aquela que, no atendimento, desce ao “nível” da pessoa, para entendê-la e orientá-la de acordo com a sua necessidade;
  • É aquela que no seu atendimento faz tempo para ouvir mais e falar o que de fato é libertador para a pessoa;
  • É aquela cujo “ideal” é desenvolver a sua salvação e salvar os perdidos;
  • É aquela que tem o seu pensamento fixo em Deus e não nela mesma.
Como ser essa Serva que liberta?
Totalmente entregue a Deus, vivendo aos Seus pés constantemente! Só assim você será revelada e inspirada por Deus para levar a libertação aos cativos;
Ser essa Serva que liberta, não é de “mão beijada”, mas há que ser de sacrifício!

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